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Notícias

Concessionárias do transporte coletivo e Centro Corsini se unem contra DSTs

Dezembro/2007 - Pelo novo programa Conduzindo Minha Vida, funcionários das quatro empresas recebem informações sobre prevenção à aids e DSTs.

O Centro Corsini acaba de firmar parceria com as concessionárias que operam o transporte coletivo em Campinas – VB Transportes e Turismo, Itajaí Transportes Coletivos, Coletivos Pádova, Expresso Campibus e Onicamp Transporte Coletivo, Transurc, Rápido Luxo Campinas e VB Cargas - para promover trabalhos de prevenção e educação sobre Aids, DSTs e hepatites junto aos funcionários dessas empresas.

O novo projeto, chamado de Conduzindo Minha Vida, já está em vigor desde o final de novembro, com duração prevista até fevereiro de 2008. Totalmente desenvolvido pelo Centro Corsini, o programa envolve a realização de palestras e barracas educativas, além da distribuição de preservativos e material informativo específico sobre DSTs em todas as garagens das empresas, atingindo não apenas os quase cinco mil funcionários mas também seus familiares. “As concessionárias estão desenvolvendo vários trabalhos juntos aos seus mais de 4 mil funcionários. Esse trabalho, de cunho educativo, é importantíssimo pois muitas pessoas ainda desconhecem os modos de transmissão das doenças sexualmente transmissíveis. Também desconhecem que as hepatites vêm ganhando bastante terreno nos últimos tempos”, argumenta Paulo Barddal, diretor de Comunicação e Marketing da Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Campinas (Transurc).

O Centro Corsini, em seus mais de 20 anos de fundação, tornou-se referência nacional e internacional em trabalhos de prevenção e atendimento a portadores de HIV/Aids e outras DSTs. No momento, causam também bastante preocupação os avanços da Hepatite - a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que no mundo 325 milhões de pessoas sejam portadoras do vírus da hepatite B e 170 milhões da hepatite C. Em relação ao Brasil, a estimativa é de 2 milhões para hepatite B e 3 milhões para a hepatite C. No estado de São Paulo a prevalência de portadores crônicos de VHB é cerca de 2% e a de portadores do VHC é cerca de 1,5% - dados que estimam em 20.000 o número de portadores de hepatite B e em 15.000 de hepatite C na cidade de Campinas.

Há um ano, o Centro Corsini atende às hepatites virais. “A melhor prevenção contra as hepatites virais é a informação. O diagnóstico e o tratamento precoces evitam a transmissão da doença e sua evolução para a cirrose hepática e até o câncer de fígado”, diz a coordenadora da campanha dra. Silvia Bellucci, diretora técnica do Centro Corsini. Para ela, o sucesso do Brasil no combate à aids demonstrou ser possível diminuir também o número de pessoas infectadas pelo HIV. “Como os vírus das hepatites se transmitem da mesma forma, o Programa Nacional de Hepatites Virais do Ministério da Saúde está envidando esforços para que também se consiga diagnosticar e tratar os portadores e assim diminuir a incidência desse número que afeta milhões de pessoas no Brasil”.

Em 2006, a rede pública de saúde de Campinas notificou cerca de 250 casos de hepatite C; entretando, as infecções são insuficientemente notificadas e esse número deve ser bem maior. As hepatites B e C podem ser prevenidas evitando-se o compartilhamento de agulhas, alicates de unha, lâminas de barbear, escova de dente, pela esterilização adequada de instrumentos de manicure, odontológicos e cirúrgicos. No caso da hepatite B, o uso de preservativo e a vacinação são instrumentos importantes de prevenção. Não existe ainda vacina para a hepatite C.

Outras informações no Centro Corsini: 19 21010101

Novo medicamento promove avanço no tratamento da Hepatite C

Dezembro/2007 - O R1626, antiviral desenvolvido pela farmacêutica Roche, demonstra maior eficácia em estudos iniciais para terapia da doença.

Um estudo desenvolvido pela farmacêutica Roche com um novo medicamento, ainda conhecido pelo nome de R1626 e que está em fase de pesquisa para o tratamento da hepatite C, demonstrou uma eficácia promissora quando administrado em combinação com os medicamentos Pegasys® (interferon peguilado alfa-2a) e ribavirina. As análises apontaram que, após quatro semanas de tratamento com o esquema Pegasys® (interferon peguilado alfa-2a), ribavirina e R1626, o vírus da hepatite C não foi mais encontrado no sangue em até 81% dos pacientes. "O estudo demonstrou que o R1626 tem seu efeito potencializado quando combinado ao interferon peguilado alfa-2a mais ribavirina", afirmou o investigador principal do estudo, Dr. Paul Pockros (Scripps Clinic, San Diego, Califórnia).

Além disso, outras análises não identificaram o desenvolvimento de resistência do vírus da hepatite C ao R1626. "A atuação do R1626, aliada à ausência de resistência do vírus, indica que a droga poderá ser uma opção bastante interessante no tratamento da hepatite C se for possível definir um esquema de doses seguro e aceitável nos futuros estudos", comentou o prof. Pockros.

Esses resultados foram apresentados, recentemente, no encontro da Associação Americana para Estudo de Doenças do Fígado (AASLD), em Boston e, atualmente, outro estudo está em andamento para investigar esquemas terapêuticos diferentes, com dosagens que combinem o uso do R1626, Pegasys e ribavirina.

Outras informações sobre o R1626 e os estudos clínicos podem ser encontradas no site em www.roche-trials.com.

Sobre o R1626

O R1626 pertence a uma classe de antivirais chamada de inibidores da polimerase, que estão sendo estudados em associação à terapia padrão atual, que é composta pelo uso de interferon peguilado alfa-2a (Pegasys) e ribavirina. Espera-se que essa tripla combinação promova o aumento do número de pacientes capazes de eliminar o vírus da hepatite C do organismo e aumente as chances de cura da doença.

Sobre a hepatite C

A hepatite C, a mais comum infecção crônica veiculada pelo sangue, é transmitida principalmente através de sangue contaminado e derivados. As formas mais comuns de contágio são o uso de drogas com agulhas e seringas compartilhadas e manipulação com material contaminado que corte ou fure a pele, como lâminas, bisturis, alicates e agulhas. Em todo o mundo, estima-se que 180 milhões de pessoas estejam infectadas com hepatite C crônica, com 3 a 4 milhões de novos casos de infecção por ano. No Brasil, cerca de 2 milhões tem hepatite C e quase 90% dos infectados não sabem que estão com a doença. A hepatite C é uma das principais causas da cirrose, câncer de fígado e insuficiência hepática, apesar da possibilidade de cura.

Contaminação em transfusões: entidade quer testes mais seguros contra HIV e Hepatites

Dezembro/2007 - A Diretoria da Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia- SBHH reunida nesta quinta-feira (08) no Hemo 2007(Congresso Brasileiro da especialidade, considerado o maior da América Latina), no ITM Expo, decidiu de forma unânime divulgar um documento oficial às autoridades da área da saúde e à sociedade em geral, demonstrando a necessidade da inclusão obrigatória do teste NAT (Teste de Ácido Nucleico) para sorologia de HIV (Aids) e HCV (Hepatite C) em doadores de todo o país. A informação foi transmitida pelo presidente da SBHH, Dr. Carlos Chiattone. O objetivo é garantir maior segurança nas transfusões, evitando contaminações. Na Europa o exame é obrigatório. No Brasil é usado o teste Elisa que detecta somente o anticorpo. O teste NAT reduz o período em que o HIV não pode ser detectado, de 22 dias após a doação, para 11 dias. No caso do vírus da Hepatite C, o tempo cai de 70 para 20 dias. Estima-se que uma bolsa contaminada pode infectar no mínimo duas pessoas.

Reconhecimento do Reiki pelo Ministério do trabalho

Outubro/2007 - O Ministério do Trabalho finalmente reconheceu o Reiki como profissão isolada! Ele foi enquadrada dentro das atividades de práticas integrativas e complementares em saúde humana, recebendo o código 8690-9/01 da CONCLA (Comissão Nacional de Classificação), órgão responsável pela classificação de profissões e ligado ao Ministério do Trabalho e ao IBGE.

Esta é uma grande conquista para todos os terapeutas em Reiki no Brasil, já que sua profissão começa a ser reconhecida oficialmente (para fins de pagamento de impostos...). No entanto isto não protege a categoria das investidas de outras categorias profissionais. Para tanto, o próximo passo para um reconhecimento que proteja efetivamente aos profissionais da área deverá incluir uma formação como medicina aceita e oficializada pelo Ministério da Educação e protocolos de direitos e DEVERES praticados por toda a categoria.

Vale alertar que a partir de agora, o terapeuta floral deverá providenciar seu Alvará de Licença e Funcionamento junto à Secretaria de Fazenda de seu município para garantia de seu pleno exercício profissional.

Relação das Terapias Complementares Reconhecidas pelo MT (Seção Atividades e Práticas Integrativas e Complementares em Saúde Humana):
Acupuntura - Acupunturista - Aromaterapia - Cromoterapia
Do-In - Reiki - Rolfing - Shiatsu - Terapia Indiana - Terapia Reichiana - Florais

Para maiores informações, acesse: www.cnae.ibge.gov.br/ e digite o código 8690-9/01 no campo de busca.

Fonte: Yahoo Notícias

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